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TIME: o clamor para que se coma queijo é mais forte que nunca

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017 14:16:35

Novamente, a Revista Time, que no passado fez críticas contundentes à gordura presente nos lácteos, se rendeu às evidências científicas e publicou uma matéria enaltecendo os benefícios do consumo de queijos. Confira o resumo que preparamos!

A última coisa que um amante de queijos precisa é que um especialista em saúde justifique sua obsessão. Aos seus olhos, um pedaço firme e cheiroso de fromage não precisa de nenhuma defesa. No entanto, para a "consciência da cintura", mais argumentos são necessários para convencer de que os queijos podem fazer bem para a saúde. 

A informação de que o queijo pode ser um amigo da dieta será uma surpresa para muitos. Existe uma reputação, relacionada ao seu teor de gordura e sódio, que não há como negar. Uma fatia de cheddar contém cerca de 9g de gordura e 180mg de sódio, sendo ainda rica em gorduras saturadas e colesterol. 

Por muito tempo, essa reputação colocou os queijos em um modo nutricional automático "não-não". "Nós costumamos avaliar um alimento simplesmente olhando a sua tabela nutricional e lendo algumas das informações básicas", afirma Arne Astrup, chefe do Department of Nutrition, da University of Copenhagen, na Dinamarca. Estudos recentes do seu grupo de pesquisa têm mostrado que milhares de moléculas que compõem o queijo agem em conjunto para torná-lo benéfico à saúde. 

Alguns desses atributos são óbvios, mas outros nem tanto. Veja os principais pontos observados nessa nova pesquisa sobre as propriedades nutricionais dos queijos:

1) São ricos em proteína, cálcio e é um dos poucos alimentos que contém vitamina B12;

2) Eles podem proteger seu coração, reduzindo os níveis de LDL (colesterol ruim) e os riscos de doenças cardiovasculares; 

3) Não aumentam o risco de pressão arterial elevada; 

4) São cheio de "bactérias do bem", o que favorece a microbiota intestinal, melhorando o metabolismo;

5) São ricos em  um ácido graxo chamado "Palmitoleato", que neutraliza os danos causados pela gordura saturada, reduz os níveis de glicose no sangue (prevenindo o diabetes tipo-2) e tem efeito anti-inflamatório

Tudo isso ajuda a explicar porque alimentos ricos em gordura láctea, como os queijos, não são "bichos-papões". "De uma perspectiva evolucionária, a sobrevivência dos mamíferos dependeu da ingestão de leite", afirma Gökhan Hotamisligil, professor de genética e metabolismo da Harvard T.H. Chan School of Public Health. Ainda segundo ele, a presença do palmitoleato mitiga os efeitos nocivos da gordura. 

Um estudo publicado em setembro de 2016 mostrou que o palmitoleato fornecido a ratos com altos níveis de colesterol e uma boa chance de desenvolver doenças cardiovasculares, reduziu a inflamação e preveniu a ocorrências de problemas cardíacos. 

"Eu como meu queijo sem me sentir culpado", afirma Hotamisligil.

Fonte: www.bebamaisleite.com.br

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